Mostrar mensagens com a etiqueta serviço público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta serviço público. Mostrar todas as mensagens

12 de dezembro de 2010

4 de janeiro de 2010

Vegetarianos, vegan e outros aliens

Retomo as emissões com um tema que me é muito caro: a comida.
Eu sou viciada em comida. É verdade... não passo um dia sem comer. [Bem, não é rigorosamente assim. Sou capaz de passar 48h de jejum, talvez 72h se for na Quaresma,... mas não mais.]
Adiante.
No outro dia [que foi no ano de 2008] estava a ter uma conversa interessante num restaurante vegetariano [o Paladar Zen – maravilhoso, diga-se em abono da verdade] sobre quão saudável é a comida vegetariana, etc etc.
Pois espantada fiquei quando reparei que neste sítio, como noutros, os nomes das comidas-de-passarinho eram quase na sua totalidade adaptações de nomes de pratos das pessoas normais*.
Dei por mim a comer uma bolonhesa… sem carne. Ora, raciocinem comigo: ser vegetariano e dar nome anti-vegetariano aos pratos é um bocadinho como ser devota de Deus e viver obcecada com o Demo, só falar do Demo, temer o Demo,… [ok, acabo de matar a charada da igreja católica!. Too bad, bros.!]
Mas os vegetarianos fazem-no, ai pois fazem: chamam “bife” ao aglomerado de soja; chamam “bolonhesa” a um molho que não leva carne alguma; chamam hambúrguer a farelos comprimidos. Chamam feijoada vegetariana a algo que não tem o mínimo vestígio de animais para dar o sabor a… feijoada, valha-nos Deus [disse “Deus” mas podia ser outro amigo imaginário qualquer, era só uma força de expressão].
É só abrir um cardápio desses, feitos em folha de maconha – sim, porque ah e tal, a malta aproveita tudo o que a natureza dá [certo, e os escaravelhos “reutilizam” bolinhas de cocó e nem por isso os admiro…] e ver que estão cheio de coisas que soam ora a carne, ora a peixe mas que nunca são nenhuma delas!
Exemplos?? Ainda bem que perguntam…
Croquetes: Croquetes são micro rolinhos de carne, fritos e saborosos. Não inventem “croquetes de…”!! Croquetes são pra ser de carninha, chicha!! Ponto.
Cenas à Brás: O senhor Brás, se ainda fosse vivo morria de choque. Então não é que o seu bacalhau [salvo seja] anda nas bocas do mundo [salvo seja outra vez, coitado] e ainda por cima deturpado? Substituir o bacalhau por seitãs e coiso e cenas parece pecado. [Fica claro que não é por acaso que a única diferença entre “seitã” e “seita” é um til…]

Empadão: Alguém acha graça chamar empadão a alguma coisa, que não uma camada de carne ou peixe no meio de duas camadas de arroz ou puré?!
Até salsichas vegetarianas há… Salsichas?! Que alguns carinhosamente apelidam de SAL-CHICHA, em homenagem aos ingredientes principais, "sal" e "chicha", pois claro... E os alemães não fazem nada quanto a isto? Não criam uns chuveiros fixes, nem cortam o cabelo grátis a esta gente [pente um, para não se pegarem à estalada, as invejosas.]? Andam a dormir, andam? Depois queixem-se!
Empada: mas afinal a empada é de quê? Bolas! A empada é de quê??? De couve lombarda, não? Eu acredito que até seja bom, mas EMPADA é de galinha!! Não estraguem o imaginário das pessoas! Inventem nomes para vocês, legumineiros! Chamem-lhe “couve lombarda no meio de massa tenra”. Ninguém sai enganado!

Hamburguer: de lentilhas? De cenoura? Não deturpem o conceito do senhor Macdonald, por favor, que levou anos a construir um império!!
Outra que me chocou: “Almôndegas de aveia e cenoura”. Eu não percebo grande coisa de cavalos, mas isto parece-me o almoço deles. Aveia e cenoura? Estamos a tentar ser cavalgaduras, adoptanto a alimentação dos bichos? Ai Darwin, onde andas tu quando és necessário?
Caviar de beringelas. Raciocínio: caviar são ovas. Beringela é legume. Como é que fazemos? Vestimos uma lingerie sexy à beringela-ela, deixamos que a beringela-ele se entusiasme e deixamo-los conviver como coelhos?? E depois abrimos-lhe o bucho e sacamos-lhes as ovas? A sério, senhoras e senhores vegetarianos, ensinem-me, porque para mim este vosso mundo é um arcano do catano.
Patê: o senso comum diz que patê é de sardinha, de atum ou de entranhas figadeiras de patos bêbedos. Como é que vocês fazem, vegans?? Embebedam o milho?? Obrigam o tofu a “ser cá da malta” e beber aqueles shots até ao fim?
E no dia de acção de graças recheiam o quê?? Uma chalota??
Mas a melhor para mim é esta: LEITE DE SOJA!! Mas que invenção é esta, querem ver que a soja tem tetas e ninguém me avisou?? E vai lá um tipo de boina e palito no canto da boca, todas as manhãs e diz: “Atão, a Mimosa hoje dormiu bêm? Vire lá essas tetas aqui pró Tio Zé da Horta. [Queria prestar homenagem ao Sr. Zé da Horta, que é o tal que foi aos agriões, perdeu os calções e ainda se lixou com uma galinha que farta das mariquices dos vegeterianismos, sacou duma faquinha e cortou-lhe cenas essenciais para se cantar grosso!]. Retomando: é óbvio que o leite precisa de mamas [entretanto lembrei-me de várias situações pouco católicas alusivas ao tema, mas terei de me inibir]. Sem mamas não há leite. Se a soja desse leite, tinha de ter mamas, não era?!
Depois admiram-se que as crianças não saibam nada! Ora, se andam a lanchar fatias de PÃO SEM CÔDEA, recheadas com fiambre duma PERNA EXTRA [e ainda dizem que não há modificações genéticas], e a beber LEITE PROVENIENTE DE ARBUSTOS, cum caraças, eu também preferia ver gajas nuas no Magalhães!!


E dizem os vegans: “Ah e tal, porque nós somos contra a crueldade e não comemos animais mortos”. Então comam-nos vivos, bolas, como fazem os chineses, que metem à boquinha tudo o que apanham à mão. [E como a mão até está perto do chão porque eles são pequeninos, tudo o que rasteja marcha! É certo que são amarelinhos e um bocado pró enfezados, mas são altamente inteligentes e foram a primeira civilização a adoptar o sistema PalPlus: os olhos em bico!]. E vocês, os que não comem carne o que é que inventaram, hein? Como trocar os nomes das comidas, só para enganar o cérebro, induzir a boca a salivar e… vai-se a ver era só um aglomerado de rabanetes e folhas?
Eu também não ando para aí a chamar “ratatouie de quadrúpedes” à minha refeição!! Nem polenta de vaca, ou vatapá de peru, nem esparregado de pota… ou baba ganoush de aves. Alguma vez viram?? Não! E porquê, perguntam vocês? Porque não sou macaca de imitação!
Se alguma vez me tornar vegetariana não vai ser por adorar animais, vai ser por odiar os vegetais.
__________________
*Vá, sem ofensa. Era só para fazer a distinção…

22 de outubro de 2009

Três minutos não é pouco?!?!


Oh Chávez...
Havias de ter um cabelo de (para lá de) 30cm! Aí vias de que te serviam 3 míseros minutos...
Realmente a cena de não cantar no duche até te dou de barato porque cantar pode cantar-se nos restantes 957 minutos do dia (já estão descontadas 8h de sono).
Toda a gente sabe que eu tenho um apreço especial pelo banho, pelos momentos anteriores e posteriores a este tão saudável hábito. Ainda mais porque - e esta é uma descoberta recente - o meu champô diz, e passo a citar: "UM VERDADEIRO MOMENTO DE PRAZER - Descubra o prazer de uma textura cremosa, untuosa e fundente."
Quem é que, lendo isto, resiste a querer protelar o fim do banho indefinidamente? Eu não sei quem escreveu tão belos vocábulos, mas tirem o Nobel ao Saramago e entreguem-lho a ele, sff.
Ora, se uma pessoa for  como eu facilmente sugestionável e excitável até pelo vento*ao ler estas palavrinhas TODO O SANTO DIA, só tem vontade de ficar a experimentar o prazer absoluto da tal textura cremosa (nhaaaami), untuosa (sim senhor!) e fundente (fundeeeeeente!!!).

Ou seja, Señor Chávez, três minutos de prazer não são suficientes!

Apresento aqui duas alternativas muito mais salutares:
1. Save water - shower together. Não precisa de grandes explicações: são dois no mesmo banho. (At least). Indo o casal para o banho ficam as costas muito mais lavadinhas, as pessoas mais mimadas, mais animadas,...Só vejo vantagens. 
2. O so called "banho à gato", que pode começar por uma qualquer extremidade. Mas este "banho" só resulta se houver um kitten bem treinado e totalmente submisso* para tal...
Duas medidas simples que promovem a sustentabilidade e a saúde do ambiente. E das relações, já agora.
Digam lá se daqui não vêm boas propostas?
______________
* Sempre quis utilizar o rasurado. É lindo.

2 de outubro de 2009

sai uma hamburga

Se há coisa que me arrepia os pelitos todos do braço é ouvir falar mal.


Não sou nenhuma Edite Estrela, até porque não nasci em Carrazeda de Ansiães, mas dá-me comichão nas mãos (e nem estou rodeada de mosquitos marados) ver gente a trocar o género às palavras. E a este estranho processo chamo “Semenyar” as palavras, tal é a dificuldade de perceber se a palavra é menina ou menino.

Vou dar exemplos para que percebam ao que me refiro:

Hambúrguer. Este é um clássico. Quantos de vós já ouviram: “Apetece-me mesmo UMA hambúrguer.”??? Pois, meus senhoras e senhores, hambúrguer é do género masculino. Pede-se UM hambúrguer. Do género feminino é, por exemplo, uma sandes.

E quando temos uma dor qualquer na barriga, surge logo um amigo ou amiga, daqueles que tiraram o curso de Medicina Geral pelo Planeta DE Agostini a bradar: “Isso é DA apêndice!”.

A mim dá-me logo vontade de lhes atirar bílis em jacto.

Senhores: é “o” apêndice.

E “a apendicite”; esta sim, uma condição feminina. (Não de ser exclusiva das mulheres, mas do género feminino. Carago… a palavra!)

Mas há mais…

Quando alguém diz: “Aquele gajo da minha turma é UM personagem…”, e outro alguém diz: “A MINHA personagem preferida dos Maias é o Carlos Eduardo”, quem é que tem razão?? Personagem é palavra para ser do género feminino ou masculino?

Bem, esta palavra é completamente Samenya. Pode ser uma ou outro, mas nunca será verdadeiramente nenhum…

Uma outra palavra que me tira o tesão é… TESÃO!

Então não é que há muito boa gente a dizer que tesão é “ela”? “Ui, a Pamela dá-me UMA tesão…”. Bem, nem sequer já estou a contar com o gosto duvidoso d@ personagem que profere tal impropério. Mas tesão é, mais uma vez, masculino.

Por fim, surge a palavra MANCHE. Ora, este “volante” não é A manche, mas O manche.

Do género feminino será, por exemplo, “a mancha”.

[Uma mancha como a que ficou no vestido da personagem Lewinsky por causa do tesão do Presidente*, que alegou que aquilo era maionese que escorregara do hambúrguer que ambos partilharam antes de lhe dar aquela dor no apêndice.]



E assim sim!! Assim se fala em bom português.



* “I did not have sexual relations with that woman, Miss Lewinsky…”

4 de setembro de 2009

béééé... muuuuu... oink oink...

Nota prévia: este post foi escrito antes de conhecido o conteúdo do post do Afectado. O tema é o mesmo, a abordagem é que é diferente. :) Afectado, o que me ri com o teu texto...


Ouvi dizer por aí que as mulheres são umas porcas.
Estas palavras só podem vir de umas mãos muito limitadas.

Como se pode comprovar pela imagem em anexo, as mulheres não são porcas nem em sentido estrito nem figurado. De facto são bastante limpinhas e, como pode comprovar-se, muito amigas. Uma até ajuda a outra a lavar-se para ela não ter trabalho. Palpita-me que, tivéssemos nós acesso às imagens subsequentes, poderíamos ver as moças a lavar-se e esfregar-se muito bem em tudo quanto é recanto, com muita espuminha, com as mãos e eventualmente com as línguas, ajudando-se para mais tarde receberem cada uma seu marido de braços abertos. E quem diz braços, diz corações…




Voltado à batata quente, dizer que as mulheres são porcas é completamente redutor e só mostra que o artista / escritor tem uma vivência bastante limitada e não conheceu mulheres suficientes. Claro que quem inventou e dirigiu este tipo de doesto às mulheres só pode ter sido um homem. E escolheu os animais a dedo, porque se formos a ver o correspondente em macho destes animais, quase nunca são pejorativos. (Fazemos aqui uma pausa para que possam voltar a passar os olhos pelas duas anfitriãs de hoje...)u não sou particularmente feminista, ao contrário do que possa pensar-se. As a matter of fact tenho uma mente bastante aberta… o que às vezes se revela um bocado nasty, quando os miolos começam a escorregar pelo crânio*.

Mas serão as mulheres porcas, muito porcas e totalmente porcas, so help them God? Não, claro que não!!!!
As mulheres também são cabras: são, sim senhor. Há quem diga que é uma moda ser-se cabra e andar a gabar-se disso. Cá para mim que entendo pouco de caprídeos, só é cabra o suficiente quem está encoberta pelo manto ou do anonimato ou do despeito. Mas também pode ser lã, atenção. Ah, lã não!!! Lã têm as ovelhas. As cabras têm pêlo. Na venta. E o homem? É bode. Ser bode não é nada mais do que balir, ter barba e eventualmente cornos, e ainda cobrir cabras. Pretty resemblant, agora que reflicto.
Vacas: sim, as mulheres são vacas. Têm “gandas mamas” (by the way, já viram a FHM deste mês? Tem a Bastet e as suas “bastetas” na capa), dão leite, comem pra carago, são gordas que nem.., que nem elas próprias e não poucas vezes ficam a ruminar sobre coisas que não interessam a mais ninguém. Já o touro – ah o touro! – é possante,… forte,… são precisos não-sei-quantos forcados para o deter. [Pois, mas se se olhar com mais atenção, o mesmo touro é um tipo com cornos e sem tomates que persegue um paninho cor-de-rosa ou vermelhinho como se fosse YSL, ou anda atrás de gajos em leggings e com jaquetas. É no mínimo suspeito…].
Cadelas: pois, quanto a isto não sei. Não sei se terá a ver com o cio ou com a maneira como mulher e cadela investem sobre o osso...! Já ser cão é igualmente indiferente; tem apenas a vantagem (sobre o homem) de poder lamber os próprios genitais e dar puns na sala-de-estar sem que a dona ralhe.
Cobras / víboras: É o que não falta por aí, dizem. A maioria dos homens acha que as gajas são falsas umas para as outras, histéricas, mentirosas, intriguistas, cínicas, sonsas, más, intrujonas. E são. Mas só para as cabras, porcas, vacas e cadelas que o merecem!!


Para terminar, peço-vos que olhem atentamente para a imagem do início do post e me digam se estas raparigas vos parecem minimamente porcas. Eu não vejo porcaria nenhuma…! OINK!


*Típica piada de stand-up comedy, para “aquecer” o público.


18 de agosto de 2009

a moral da história...

Vuk, quando já tens um amarelo não tiras o raio da camisola. Que tal??

Kassai, és tão vesgo, tadinho!!!

Gamberini: vais levar no focinho no dia 26. E ficamos todos contentes. Obrigada.

Ah, e em Portugal já somos 11 milhões e um. O Levezinho já é português.

Agora só falta o Matias. Que, by the way, é chileno mas nasceu na argentina...

E ainda dizem que o SCP é um clube de elites. Nós acolhemos e cuidamos de todos os meninos. E até os tornamos portugueses. :) que altruístas...

20 de junho de 2009

isto é serviço público

...só que nunca ninguém reparou!!







Justin Nozuka - After Tonight




(se calhar estou a ficar mainstream. The hell with it!)

Este cd já está na minha wishlist!!

jà agora, e uma vez que é pikena a dita lista, cá vão os outros dois itens: um iPhone e um leque. Sim, um leque. :) São as próximas compras.